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jogos que da para jogar de dois,Desbloqueie as Melhores Estratégias de Jogos com Comentários Ao Vivo da Hostess, Transformando Cada Jogo em uma Oportunidade de Aprendizado e Diversão..Aláqueme tornou a educação dos ismailitas e dos ''dais'' fatímidas uma prioridade. Em seu reinado, várias reuniões de estudo (''majalis'') foram criadas no Cairo, financiadas pelo califa. As "reuniões de sabedoria", privadas, dedicadas às doutrinas esotéricas ismailitas (''majalis al-hikma''), eram reservadas apenas aos iniciados e tinham uma organização que permitia o acesso aos diversas níveis de iniciação diferentes entre os participantes. O próprio Aláqueme geralmente participava dessas sessões que eram realizadas no palácio real. O nome ''majalis al-hikma'' ainda é utilizado pelos drusos como o nome do edifício no qual se realizam seus encontros religiosos e cultos, geralmente na forma abreviada ''majalis'' ("sessão"). Aláqueme é uma figura central na história dos drusos.,O abrigo em si é de pequenas dimensões, e contém várias pinturas rupestres, destacando-se as duas figuras humanas no tecto, feitas com recurso a ocre vermelho. As outras pinturas são mais difíceis de identificar, devido ao seu avançado estado de degradação. O abrigo foi em parte destruído pela construção de uma estrada. Um dos principais vestígios é o esqueleto de uma criança, que foi enterrada nas imediações do Abrigo. O indivíduo, conhecido como ''menino'' ou ''criança do Lapedo'', tinha cerca de cinco anos quando faleceu, e fazia parte de uma comunidade de caçadores-recolectores, que se abrigavam periodicamente no Abrigo. Nesta época, há cerca de 20 a 30 mil anos atrás, os grupos humanos ainda praticavam o nomadismo, alterando as suas práticas de acordo com os recursos presentes em cada local. Aquando da sua descoberta, foi a primeira sepultura infantil do Paleolítico Superior a ser descoberta na Península Ibérica, constituindo um importante exemplo das práticas rituais fúnebres, como a mortalha de pele pintada a ocre que rodeava o corpo, as contas sobre a testa e a presença de um pequeno coelho entre as pernas. Segundo a técnica Ana Cristina Araújo, estes rituais funerários são muito semelhantes aos encontrados noutros sítios arqueológicos do mesmo período numa vasta área geográfica, desde a Europa Ocidental até à cordilheira dos Urais, na fronteira terrestre com a Ásia. Uma análise do corpo em si permitiu igualmente chegar a importantes conclusões sobre a evolução humana e a relação entre as espécies ''homo Sapiens'', ascendentes dos modernos humanos, e ''Homo neanderthalensis'', uma vez que o esqueleto apresenta atributos de ambas as espécies, sugerindo uma possível hibridização entre os dois grupos, teoria que foi depois comprovada com a sequenciação do genoma dos Neandertais. Segundo o arqueólogo e professor João Zilhão, «''este sítio veio provar, pela primeira vez com um esqueleto quase completo, uma ancestralidade partilhada na qual se incluem os Neandertais; veio demostrar que eles não são, como diziam muitos, um beco sem saída na história da humanidade''»..
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